A tecnologia avançada que temos hoje evitou que a pandemia transformasse o mundo numa catástrofe econômica. Graças ao avanço da comunicação e das ferramentas de colaboração, as empresas conseguiram continuar operando quase que normalmente. Isso gerou uma demanda crescente por tecnologias que suportam essa modalidade de trabalho, como videoconferência, colaboração em tempo real e soluções de gerenciamento de projetos.
Além disso, ficou um legado de qualidade de vida para muitas pessoas. Nos grandes centros urbanos, muitas pessoas perdiam diariamente de duas a três horas com deslocamentos. Hoje, uma parcela significativa dessas pessoas estão trabalhando de casa, com produtividade até maior que antes. Além disso sobrou mais tempo para lazer e convívio com a família.
A pandemia também provocou mudanças nos hábitos de consumo. Com o distanciamento social e as restrições de viagem, as pessoas passaram mais tempo em casa e aumentaram o uso de tecnologias para fins de entretenimento e compras online.
A crise sanitária acelerou a adoção da transformação digital em muitos setores, incluindo a educação, saúde e serviços financeiros, que se viram obrigados a se adaptar rapidamente para continuar operando.
Outro avanço foi o surgimento de soluções que podem ser implementadas de forma automatizada, com o mínimo de contato humano, impulsionando o aumento do uso da inteligência artificial e da automação em várias áreas.
Por outro lado, com a crescente dependência da tecnologia, houve também um aumento significativo nos casos de golpes digitais e problemas com a segurança cibernética, com um número crescente de ciberataques e golpes online.
As mudanças também afetaram a produção de hardware em muitas indústrias, incluindo a eletrônica de consumo e a fabricação de chips, resultando em atrasos e escassez de componentes.
Neste contexto todo, as ferramentas de colaboração e gestão de projetos (PPM), assumiram um papel primordial pois facilitam a comunicação e a gestão dos projetos, com pessoas espalhadas “pelos quatro cantos do mundo”.
Por Clecio Chiamulera.

